Comparativo: escolher o seu tablet tátil conectado

Novembro 2016

A tecnologia de toque invadiu o mundo. Sonho futuro de um passado nem tão distante, a gerência tátil consegue, hoje em dia, justificar, quase sozinha, o nascimento de uma nova categoria de produto: o tablet. Foco sobre esse novo objeto orientado para a Internet móvel.
Os fabricantes estão tentando impor um novo formato: o tablet tátil. Antes, ninguém tinha e agora, se tornou indispensável. Simplificando, é um tipo de tela sensível ao toque, sem teclado físico (exceto opcional) conectado sem fio, Wi-Fi e/ou 3G. Seu lugar em uma casa ou em uma viagem pode diferir de uma casa para outra, assim como de um produto para o outro.
Para os impacientes, consulte o Guia de compras dos tablets.

Novo uso


Para alguns, é apenas um dispositivo prático para navegar deitado em um sofá.

Para outros, será um bom visualizador de fotos e um eventual leitor de vídeos.

Para outros ainda, ele pode substituir o computador de casa para a maioria dos usos. Porque vamos ser realistas: nem todo mundo joga videogames pesados em 3D, e nem todo mundo é profissional em matéria de montagem de vídeos ou de edição de fotos.

Ora, para todos os usos básicos, tais como e-mail, web, consulta de sites de conteúdo, reprodução de vídeos: o ablet procura impor-se como o melhor compromisso entre tamanho/mobilidade/serviços e ... preço. Porque esta é outra vantagem dos tablets, eles custam o mesmo que um computador barato, ou até mesmo um netbook. Aliás, será que estes últimos vão sobreviver ?

Dominar o assunto


Formatar, abertura, aplicativos, interconexão com outros produtos, antes de entrar na onda do tablet, é importante saber o uso que você quer fazer dele. Um comprador potencial não será necessariamente interessado em comprar um produto "totalmente equipado" se a sua principal expectativa for apenas a de curtir um leitor de mídia conectado, por exemplo.

Do que preciso? é uma questão importante, ao abordar um mercado cheio de possibilidades. Isso é ainda mais complicado com um tablet, já que o produto surgiu com o objetivo de criar mais uma necessidade do que responder a uma expectativa.
Concretamente, o produto se encaixa perfeitamente na vida diária de um grande usuário de dados, de conteúdos de multimídia e de web. Mas também, ele pode substituir um laptop ou um console de jogos, para um uso mais light. Uma ferramenta que também pode introduzir-se facilmente em uma família.

Ergonomia: existem vários tipos no mercado. Nem tanto em termos de forma, já que os fabricantes não podem sair do tipo retangular de plástico ou de alumínio com laje 4/3 (Apple, Memup, HP) ou 16/10 (todos os outros), mas em termos de interação com o usuário.
Botão de conexão físico ou de toque, vários conectores ou tipo de conector com uma série de acessórios para "compensar", o domínio de um tablet e a experiência do usuário podem variar de um modelo para outro.
Toque, pense no peso e na manipulação do objeto. Os tablets são objetos eletrônicos, às vezes, pesados (mais de 750 gramas para certos produtos), muito grandes, muito compactos para não ser confundido com um smartphone grande. Todo mundo encontra o que quer mas, poucos tablets reunem todos as expectativas.

Tela: Se você conhece o site Les Numériques (em francês), você deve saber da nossa aversão pelas telas TN, especialmente, as mais baratas. Em geral, é isso que você encontra em modelos com preços inferiores a 350 euros. Ângulos de visão estreitos, contraste ridículo, a TN não é uma boa amiga dos tablets.
Nossa preferência vai para a IPS, que equipa os produtos da Apple, Asus, HP, LG ou Motorola, com ângulos de visão extra-grandes e um comportamento global bem equilibrado, com um contraste de pelo menos 750: 1. Há também outras boas tecnologias de lajes: PLS da Samsung, PVA para a ACER e a Packard Bell, por exemplo.

O brilho também é um fator importante. Vá nas configurações, desmarque o brilho automático e faça o cursor subir. Se a sua retina queimar, é porque você está diante de um modelo que irá satisfazê-lo mesmo ao ar livre!

Autonomia: Praga dos smartphones, a autonomia também é o ponto crucial da guerra dos tablets, especialmente entre os melhores. Se você gosta muito de multimídia, fuja dos baratinhos, onde a autonomia raramente ultrapassa 5 horas.
Em geral, os tenores ficam acima de 7 horas, enquanto alguns chegam a 9 horas e meia de funcionamento. Ideal para ocupar as crianças em uma viagem de férias ou para usar um monte de ferramentas no tablet, durante um voo demorado.

Aplicativos: extensão de software para smartphones e seus sistemas operacionais, os tablets e seus sistemas compartilham a mesma bulimia em relação aos aplicativos móveis. No tablet, a maioria dos aplicativos de smartphones funcionam nos Sistemas Operacionais compatíeis entre eles.
Melhor ainda, muitos desenvolvedores estão lançando softwares recortados ou dedicados a tablets, às suas telas grandes e seus poderosos processadores.

Acessórios: O iPad, como o iPhone em sua época, trouxe a moda, ou a necessidade gerada pelo acessório. Estojo, suporte com carregador rápido, leitor de cartão SD, teclado opcional simples, teclado com bateria e conectores adicionais, o acessório, muitas vezes, pode compensar uma falta. A falta de memória na maioria dos modelos Android pode ser preenchida pela adição de um cartão MicroSD, por exemplo.

Artigo original

Tradução feita por Lucia Maurity y Nouira

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