A partida "Fifa 13" vs. "PES 13"

Dezembro 2016



As temporadas passam e este clássico não decepciona jamais. Como em cada entrada, "Fifa" e "Pro Evolution Soccer" se disputam a supremacia da simulação de futebol., Quem ganha neste ano?

O football é uma eterna questão de posicionamento. Tem os pro-Messi e os pro-Ronaldo, os pro-PSG e os pro-OM, os pro-Maradona e os pro-Pelé e mesmo, sem dúvida, os pro-Patrice Loko e os pro-Nicolas Ouédec. Mas a questão a mais capital concerne a rivalidade entre os vídeogames « FIFA » e "Pro Evolution Soccer" (dito "PES"). Um duelo que divide o mundo do futebol desde 1990.

Depois de muito tempo sofrido da comparação e depois de ter bem mais respeito pela qualidade de suas trilhas sonoras, lembre-se da música de Fatboy Slim na "Fifa 99" - que para seu realismo ou seu gameplay, a "Fifa" de Electronics Arts retomou docemente a avantagem. A versão 2013 do "PES" de Konami ppoderá rivalizar com o novo rival?

Maltratado nestes últimos anos"PES" reagiu introduzindo algumas evoluções. O conjunto dos gestos técnicos - passes, chutes, dribles - são agora ajustáveis manualmente. Mas apesar deste avanço, fica difícil de conseguir marcar de pois de um ataque construído. O essencial dos gols realizados o é depois dos contra-ataques e dos passos em profundidade.

O juju de Konami afixa de qualquer maneira verdadeiros limites em matéria de inteligência artificial (IA). Um transbordamento nas asas é um jogo de criança para todos os jogadores capazes de manter apoiado a tecla "partida rápida". A marcação larga os defensores laterias - Uma homenagem à Patrice Evra ? - está bastante incompreensível . Se a IA tem ainda de melhorar dos dois lados, aquela da « fifa » tem mais sucesso e permite ações mais fiéis à realidade. Os jogadores, bem mais móveis , criam espaços, oferecem ao portador do balão diversas opções e antecipam no momento das fases defensivas, lá onde "PSE" sofre de partidas mais "pesadas" e mais estereotipadas.

"Fifa" oferece assim mais variedade, de fluidez e de leveza no jogo. O domínio é muito rápido. Evolução interessante, o modo de controle do balão foi repensado. Acabou o tempo onde o couro colava nos pés do jogador, com o "First touch control", é preciso agora se aplicar para não surpreender.
Grafismo : "Fifa" um ton acima

A montagem Electronic Arts oferece grafismos bastante bons. A silhuete dos jogadores e, sobretudo seus movimentos corporais - dribles, chutes, celebração dos gols - são de uma finesse estonteante. Os contatos entre os jogadores foram particularmente apurados para reforçar o realismo sempre mais aprofundado.
Neste ponto, "PES" peca quanto à silhuete dos jogadores, ainda um pouco grosseiras: os jogadores tem o corpo bodybuildés, mais próximo daqueles de um três quartos centro no rugby que de um jogador de futebol. Em movimento, os jogadores exalam uma impressão de rigidez. Os chutes e os contatos são ainda longe de poder rivalizar com o realismo do jogo "Fifa". Quanto ao menu, resta sempre o clássico, monótono e triste...

Ambiente: Tulett, a falsa boa ideia.

Exit Christophe Dugarry, no "PES", é Darren Tulett qu ajuda agora Grégoire Margottonnos comentários. No papel, o duo tem do que seduzir. E associar um jornalista do canal+ a um outro de Be In Sport é uma audácia que merece ser saudada. Infelizmente, o jornalista "bristish" tem um irônico prazer de apontar com o do sua propensão recorrente em não enquadrar seus chutes. Nada de mais normal, salvo que ele emprega sempre a mesma frase para o dizer. Irritante.
Longe de ser perfeito - - Hervé Matoux é muitas vezes atrasados -, os comentários de "Fifa" tem o mérito de ser sóbrio, Franck Sauzée se revela tão discreto quanto Arsène Wenger no microfone TF1.

Verdito : "Fifa" sempre na frente

os dois jogos próximos. Duração de vida, gameplay, os dois irmãos inimigos procurarão um prazer real para todo o amador de futebol normalmente constituído.
Tão próximos que eles sofrem também das mesmas lacunas : um ambiente sonoro sempre pobre e, sobretudo, comentários ultra repetitivos.

Clássico de um ponto de vista do estilo, "PES" não se esquece de fazer prova de um certo humor. Sem quere sem dúvidas. Olhar divertido, nas configurações padrão, os desenvolvedores de Konami posicionaram os dois recrutas vedetes do PSG Thiago Silva e Ibrahimovic... no banco de reserva. Zoumana Camara que foi preferido no lugar do defensor brasileiro.

Sem fazer revolução em relação ao ano passado, "Fifa" conserva então seu título de melhor jogo de futebol pelo prazer de jogo imediato que ele provoca e a finesse de seus grafismos. Se o futebol é um jogo que se joga sempre a 11, é então verdade que « Fifa » ganha no fim.

Tradução feita por Ana Spadari

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