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A câmera bridge

Julho 2015


Apresentação


A bridge é uma câmera digital a meio caminho entre as compactas e a reflex. O princípio é ter <bold> todas as funcionalidades da Reflex, sendo menos volumosa</gras>, e tendo um sistema de posicionamento baseado na compacto. O resultado é uma unidade versátil, com um zoom poderoso (não intercambiável), mas com modos automáticos que podem ser desengatadas manualmente.

A ergonomia da câmera permite uma boa pegada, mais segura do que uma máquina compacto e mais estudada, para tirar fotos, ao usar o zoom no máximo.

Existem vários tipos de máquinas : as bridges mais baratas, com um zoom menos poderoso, menos ajustes, mas mais em conta. As de alta qualidade são mais abrangentes, totalmente desmontáveis, zoom poderoso, o conjunto se aproximando das Reflexs (preços, mais ou menos, na mesma linha da gama Reflex, não necessariamente levando em conta a compra adicional de uma lente).

O zoom


As câmeras bridge tem a particularidade de possuir um zoom ótico poderoso: de até 35x nas melhores máquinas , correspondendo a de 24-840 milímetros em 24x36, por exemplo (Canon Sx30is). A Nikon P500, que foi lançada em janeiro de 2011, propõe um zoom 36x, com uma grande angular de 22,5 mm e uma distância focal de 810 milímetros.

O interesse é ter um único objetivo, grande angular com longa distância focal. Essa amplitude é possível graças ao sistema telescópico que permite avançar e recuar as lentes para reduzir o ângulo de visão e aumentar a distância focal (em milímetros).

O sensor


O sensor mais comum desses aparelhos é o do tipo Cmos de 4/3 (formato da imagem), de 1/2,33 polegadas (4,6 x 6,1mm, tamanho real do sensor). A resolução varia de acordo com as máquinas, variando de 8 a 14 megapixels.

Algumas câmeras bridge são equipadas com sensores maiores de 2/3 polegadas (6,6 x 8,8mm). Mas os fabricantes estão enfrentando uma barreira técnica: quanto maior o sensor, mais voluminosa e pesada a ótica embarcada. Para alcançar a mesma amplitude com um sensor menor com um leve zoom, os fabricantes devem ter uma objetiva com uma lente maior que avança ainda mais. Sony teve a experiência com seu modelo R1 (sensor APS-C de 14,4 x 21,5mm), assim como a Fuji com o S100FS (sensor de 2/3"). Infelizmente, o tamanho e o peso da caixa não convenceu o público, que preferiu máquinas menores com zoom mais poderoso.

A mira


A mira nas máquinas bridge é do tipo eletrônico. Enquanto a SLR usa um espelho com um sistema de prisma e fosco para visualizar a imagem dada pela objetiva, a bridge passa diretamente pelo sensor. Assim sendo, você terá duas opções:
  • A mira com a tela : a mais usada, mas nem sempre a mais adequada. A tela não oferece tantos detalhes quanto em uma ocular, e somos confrontados, ao ar livre, a problemas de reflexo, dificultando a mira. Telas orientáveis em certos modelos permitem hoje compensar estes reflexos indesejáveis e tirar fotos com ângulos atípicos.
  • A miraça graças à ocular: ainda electrônico, permite encontrar as sensações do fotógrafo, estando separado dos elementos fora do campo de mira.

Brilho e diafragma

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O diafragma é um mecanismo para deixar entrar mais ou menos luz através da lente. Os avanços tornaram possível alcançar boas aberturas nas lentes da bridge. Esta abertura não é constante, isto é, ele diminuirá quando você utilizar o zoom. Nas características técnicas do aparelho, você pode ler, por exemplo: Objetivo - 35x - 24-840 milímetros - f2,7-5, 8; isso significa que a abertura máxima é de 2,7 a 24mm e de 5,8 a 840mm (zoom no máximo).

Uma lente que abre a f2.8 deixa entrar mais luz do que em f4. Esse recurso, que pode parecer trivial, influencia diretamente no desempenho da sua máquina: quanto mais luz entrar, menos a câmera precisará compensar baixando sua velocidade de obturação. Em condições de pouca luz, quanto mais aberto o diafragma, menor a possibilidade de tirar fotos borradas (tremor de câmera).

As configurações


A câmera bridge é destinada a conhecedores e iniciantes . Os modos de captura permitem que você trabalhe de forma totalmente automática, com boa gestão de exposição.
  • Tudo automático , obviamente, se destina aos iniciantes que ainda não conseguem identificar os diversos parâmetros para expor corretamente uma foto, ou usar o flash quando o local está muito escura.
  • Para conhecedores e peritos, a bridge, contrariamente à maioria dos compactos, permite trabalhar em manual ou semi-manual (prioridade de abertura ou de velocidade, por exemplo ). Este tipo de modalidade mantém uma mão sobre um dos parâmetros, enquanto a câmera compensa, atuando sobre outro recurso: assim sendo, é possível obter uma exposição correta.



Fonte de imagens: Julien Achard, Nikon.


Tradução feita por Lucia Maurity y Nouira
Para uma leitura offline, é possível baixar gratuitamente este artigo no formato PDF:
A-camera-bridge.pdf

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