Mau atendimento e preconceito

Fechado
G.A.C - 13 fev 2015 às 03:59
Bom dia,


Hoje dia 13/02/2015 estava com falta de ar devido ao bronquite alérgico atacado, minha irmã e meu irmão passaram mal com vomito e diarreia e fortes dores no estomago, fomos ao pronto socorro Engenheiro Cardoso na cidade de Itapevi as 02:30, após o atendente fazer nossas fichas foi chamar a Doutora YARA FALÇÃO CRM 131995 que estava de plantão, a mesma ao ser acordada passou resmungando pelos corredores e após entrar na sala de emergências onde é atendido os pacientes, chamou pelo nome de meu irmão fez algumas perguntas de forma bem estupida, e perguntou se isso (a dor que ele estava sentindo) era emergência pra acordar ela as 02:30 da manhã, prescreveu lisador e plasil sem perguntar se ele era alérgico a esse medicamento, depois me chamou me tratou da mesma forma estupida e zombeteira, disse o que estava sentindo, e ela me mandou virar de costas para escutar meu pulmão, estava com chieira do bronquite e com falta de ar, mas ela disse que o bronquite estava na minha cabeça, que não estava ouvindo nada nas minhas costas, e que ia passar inalação para ver se melhorava a minha cabeça e fez a mesma pergunta: perguntou se isso (o que eu estava sentindo) era emergência pra acordar ela as 02:30 da manhã, eu sofro de bronquite asmático desde os dois anos de idade e sei distinguir os sintomas quando ele está atacado. Depois disso minha irmã entrou, e disse que estava com dor de estomago, com vomito e diarreia, e ela com a mesma atitude estupida e zombeteira falou pra minha irmã que ela devia parar de comer pois estava muito gorda, e provavelmente estava com dor porque havia comido demais pois estava barriguda, não perguntou se ela era alérgica a algum medicamento e quando perguntei pra enfermeira ela disse que era dipirona e plasil, minha irmã não pode tomar dipirona pois a pressão dela cai e ela pode entrar em coma, sem contar que ainda fez a mesma pergunta: perguntou se o que ela estava sentindo (se por causa de ter comido demais e estufado o estomago) era emergência pra acordar ela as 02:30 da manhã. No final voltamos para casa pior do que estavamos, com dor, pois com esse tratamento quem podia confiar na medicação? e sentindo na pele o que é ser negligenciados, desrespeitados, atacados pelo preconceito do bullying.
Um desrespeito total a nós pacientes, que não fomos ao pronto socorro por diversão de madrugada mas por necessidade, se ela que se diz profissional tem esse tipo de atitude, o que está exercendo? vida ou morte?
Denuncio pois pagamos impostos e queremos o mínimo respeito como cidadãos, são esses os profissionais que a prefeitura de Itapevi, administrada pelo Senhor Prefeito Jaci Tadeu contrata para socorrer a população dessa cidade?

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