Investigação do 'New York Times' revela que rede social fornecia até mensagens privadas dos usuários a terceiros.
(CCM) — Uma investigação do jornal 'New York Times' mostrou que o Facebook abriu a porta para cerca de 150 empresas acessarem dados pessoais de seus 2,2 bilhões de usuários.
A lista, segundo denuncia o artigo do jornal, inclui desde companhias do Vale do Silício, como Apple, Netflix, Amazon, Microsoft e Yahoo, até empresas de entretenimento como Spotify. Os jornalistas também ficaram surpresos ao se depararem com o próprio 'New York Times' na lista de organizações beneficiadas.
O trabalho de apuração durou anos e o resultado foi publicado na quarta-feira (19). O estudo rigoroso de uma série de documentos, aos quais o jornal teve acesso, acrescenta mais uma esmagadora evidência de que a rede social mais frequentada do planeta nunca esteve preocupada com a privacidade de seus usuários, como dissera o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, em sabatina recente no Congresso dos EUA.
Ao contrário, os dados pessoais dos usuários do Facebook foram tratados como moeda de troca valiosa para bons negócios da empresa, mostra a publicação. Os jornalistas que trabalharam no artigo descobriram que, há anos, o Facebook disponibiliza milhões de informações confidenciais a terceiros todo mês.
O conteúdo fornecido, segundo o 'New York Times' é variado. Vai desde endereços de e-mail, passando pela listas de amigos, até casos de compartilhamento de mensagens privadas.
Foto: © Andrey Yanovich - Shutterstock.com
(CCM) — Uma investigação do jornal 'New York Times' mostrou que o Facebook abriu a porta para cerca de 150 empresas acessarem dados pessoais de seus 2,2 bilhões de usuários.
A lista, segundo denuncia o artigo do jornal, inclui desde companhias do Vale do Silício, como Apple, Netflix, Amazon, Microsoft e Yahoo, até empresas de entretenimento como Spotify. Os jornalistas também ficaram surpresos ao se depararem com o próprio 'New York Times' na lista de organizações beneficiadas.
O trabalho de apuração durou anos e o resultado foi publicado na quarta-feira (19). O estudo rigoroso de uma série de documentos, aos quais o jornal teve acesso, acrescenta mais uma esmagadora evidência de que a rede social mais frequentada do planeta nunca esteve preocupada com a privacidade de seus usuários, como dissera o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, em sabatina recente no Congresso dos EUA.
Ao contrário, os dados pessoais dos usuários do Facebook foram tratados como moeda de troca valiosa para bons negócios da empresa, mostra a publicação. Os jornalistas que trabalharam no artigo descobriram que, há anos, o Facebook disponibiliza milhões de informações confidenciais a terceiros todo mês.
O conteúdo fornecido, segundo o 'New York Times' é variado. Vai desde endereços de e-mail, passando pela listas de amigos, até casos de compartilhamento de mensagens privadas.
Foto: © Andrey Yanovich - Shutterstock.com
Veja também
- Facebook permitia acesso a dados pessoais
- Como saber o ultimo acesso de uma pessoa no facebook ✓ - Fórum - Rede social
- Consultar dados pessoais pelo nome - Dicas - Internet
- Como entrar no meu facebook pelo celular de outra pessoa ✓ - Fórum - Rede social
- Entrar no Facebook de outra pessoa ✓ - Fórum - Rede social
- Como ver meu facebook como se fosse outra pessoa - Dicas - Facebook



